Organização e foco nos estudos

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Michael Monteiro, 16 anos, morador de Guaxindiba, em São Gonçalo, conheceu o Instituto JCA em 2018 quando foi indicado pela Escola Estadual Municipalizada Guaxindiba para participar do Vídeo Participativo, projeto de comunicação  do Movimento Tamojunto 9º ano. Em seguida, fez o Reforço Escolar e ingressou no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) para cursar Técnico em Informática e é acompanhado pelo programa Fortalecendo Trajetórias. 

 

Desde que foi declarada a quarentena, sua rotina escolar era incerta, já que as estruturas educacionais também foram pegas de surpresa com o vírus e sua capacidade de contágio. “Meus dias estavam bem complicados no início. Mas, quando começaram as atividades pedagógicas não presenciais (APNs), em novembro, passaram a preencher meus dias. Tem sido tudo muito proveitoso, principalmente o cronograma das aulas que admito ser um tanto puxado,’’ afirma o jovem.

Michael também destaca que durante a pandemia sua saúde mental ficou afetada e teve que desenvolver novas formas de se cuidar para manter todas as questões psicólogas sob controle. Nesse período, tanto ele quanto todos os outros jovens do Fortalecendo Trajetórias se aproximaram ainda mais da equipe pedagógica do Instituto JCA, que aprimorou as estratégias de acompanhamento a distância.  “Questões como ansiedade, pressão escolar, isolamento me atingiram em cheio. Tentar me acostumar a esse ‘novo normal’ tem sido uma tarefa difícil, mas graças a Therezinha Doin, coordenadora pedagógica do IJCA e toda equipe do instituto, não só eu mas todos os meus amigos do Fortalecendo estamos conseguindo lidar bem. Essa aproximação faz toda diferença.’’ destaca. 

 

Apoio da tecnologia 

 

Michael é um entusiasta da tecnologia. Não é atoa que escolheu justamente o curso Técnico em Informática, no campus Niterói da IFRJ. Sempre disposto a aprender sobre informática e robótica, durante a pandemia se envolveu em atividades que utilizam a tecnologia como ponto de partida. O jovem faz parte do projeto de pesquisa Fabricação Digital e Robótica, criado pelo professor Luiz Felipe Oliveira.O grupo de estudos, que se manteve ativo durante o isolamento social com encontros online,  visa habilitar os estudantes a desenvolverem robôs, além de viabilizarem novas formas de manusearem equipamentos digitais. “No ano passado apresentamos um trabalho no III Seminário de Pesquisa durante a Semana Acadêmica do IFRJ. Eu gosto bastante dessa área e para mim é uma honra participar desse tipo de evento e fazer pesquisa científica mesmo sendo um recém chegado na escola.’’ garante. 

 

Michael vê com bons olhos as potencialidades das tecnologias digitais aplicadas à educação. Para ele, se bem desenvolvidas, podem ampliar as possibilidades de aprendizado. Em momentos de crise como esse, ter acesso a uma boa internet para acompanhar as novas dinâmicas faz toda a diferença. ‘’A tecnologia já está auxiliando os jovens há algum tempo em pesquisas, aprendizado e comunicação. Então, acredito que se não fosse a tecnologia nesse momento de Pandemia, seria muito mais complexo manter a comunicação para continuar o aprendizado dos jovens. Mas é preciso que todos tenham acesso igual a tecnologia”, argumenta.

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